Si ella te hace falta como el agua,
Si es tu mayor necesidad.
Si por su amor eres feliz,
Y el mundo es gris cuando no está.
Si no concibes vivir sin verla,
Sin dudar es la mujer que tu soñabas.
Si ella te quiere
Y es el amor de tu vida,
Entrégale todo ámala sin medida.
Demuéstrale a diario
Que es ella tu reina
Tu consentida.
Que conocerla fue un milagro,
Un regalo que te dio la vida.
Si para ti no hay otra,
Debes cuidarla
Evitar hacerla llorar.
Si te comprende y es tu guarida,
Hazla tu amiga de verdad.
Y será tuya hasta la muerte,
Ya verás que no se va y no traiciona.
Si ella te quiere
Y es el amor de tu vida,
Entrégale todo y ámala sin medida.
Demuéstrale a diario
Que es ella tu reina
Tu consentida.
Que conocerla fue un milagro,
Un regalo que te dio la vida
Haz que se sienta mujer,
Para dar conquístale la piel
Entrégale tu ser.
Y ella será tu mujer cada despertar
Si no concibes vivir sin verla,
Sin dudar...
Si ella te quiere
Y es el amor de tu vida,
Entrégale todo ámala sin medida.
Demuéstrale a diario
Que es ella tu reina
Tu consentida.
Que conocerla fue un milagro,
Un regalo que te dio la vida.
Que conocerla fue un milagro,
Un regalo que te dio la vida.
domingo, 21 de novembro de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
E agora?
Antes de entrar de férias, no mês passado, ouvi de algumas pessoas e até de mim mesmo que esse período (as férias) seriam o ponto chave para que eu recomeçasse e desse gás a muita coisa que viria pela frente.
Passaram-se os meses: março, abril, maio, junho... E julho finalmente chegou! Cheia de expectativas arrumei minhas malas rumo a Campo Grande - o bairro, não a cidade do Mato Grosso do Sul - e pensei: Vou descansar! E depois de muito descansar vou voltar renovada, cheia de projetos!
Agosto chegou e com ele o retorno à rotina do trabalho e as obrigações com os projetos a serem postos em prática. O trabalho não me incomoda, mas os projetos...
Achei que voltaria das minhas férias cheia de disposição para a aula de inglês, o cursinho para concurso, as viagens de Ano Novo e Carnaval. Mas nada disso está... "vindo", sabe? Aquela vontade incessante de fazer algo novo, aprender, melhorar o que já foi aprendido, fazer planos... Não "tô" conseguindo! E me sinto culpada por isso!
Minha mãe, desde o início, me disse que precisava relaxar e deixar tudo isso para o ano que vem. Mas cadê a coragem de assumir isso? Cadê a coragem de deixar que 8 meses se passem sem que eu faça absolutamente nada?
Tenho mil motivos para voltar a estudar inglês agora, ontem, anteontem se fosse possível. Mas não quero, não tô a fim...
E aí? Faço o quê? Me forço a retomar meus estudos agora, para satisfazer uma necessidade prática de conhecimento que vai me ajudar no trabalho ou... relaxo um pouco mais? Será que já não relaxei demais? Será que não tô perdendo tempo?
Uma pessoinha muuuuuuuito querida me aturou na sexta-feira, ouviu lamurias de uma pessoa que nem deveria ter lamúrias pela pouca idade que tem. Na verdade não tenho reclamações a fazer, só dúvidas, dificuldades p/ enfrentar. E ela me disse que eu deveria não ser tão "responsável", pq sempre sou responsável demais e não aproveito a vida...por medo, por insegurança, por responsabilidade (na teoria em excesso).
Por um lado, me martiriza a ideia de optar por "vagabundear" até o fim do ano, ou por mais um tempo até que eu me ache outra vez, volte para os eixos e consiga andar de novo sem cambalear. Por outro lado, me agrada. Farei coisas que gosto, que me dão prazer, não que me darão futuro necessariamente...
Acreditava de verdade que JULHO seria um marco no momento que vivi. Dali em diante, as coisas seriam mais fáceis, melhores, mais tranquilas... Poucas vezes na vida tive dúvidas sobre o que era certo ou errado e menos ainda me imaginei preferindo o "prazer" ao "dever".
Alguns tentam me ajudar. Outros ainda que sem querer me atrapalham mais (ainda que saiba que tentaram, né Carlinha?!rs)
Com isso td vou precisar de pelo menos mais uns dias... Já viu né?!
Passaram-se os meses: março, abril, maio, junho... E julho finalmente chegou! Cheia de expectativas arrumei minhas malas rumo a Campo Grande - o bairro, não a cidade do Mato Grosso do Sul - e pensei: Vou descansar! E depois de muito descansar vou voltar renovada, cheia de projetos!
Agosto chegou e com ele o retorno à rotina do trabalho e as obrigações com os projetos a serem postos em prática. O trabalho não me incomoda, mas os projetos...
Achei que voltaria das minhas férias cheia de disposição para a aula de inglês, o cursinho para concurso, as viagens de Ano Novo e Carnaval. Mas nada disso está... "vindo", sabe? Aquela vontade incessante de fazer algo novo, aprender, melhorar o que já foi aprendido, fazer planos... Não "tô" conseguindo! E me sinto culpada por isso!
Minha mãe, desde o início, me disse que precisava relaxar e deixar tudo isso para o ano que vem. Mas cadê a coragem de assumir isso? Cadê a coragem de deixar que 8 meses se passem sem que eu faça absolutamente nada?
Tenho mil motivos para voltar a estudar inglês agora, ontem, anteontem se fosse possível. Mas não quero, não tô a fim...
E aí? Faço o quê? Me forço a retomar meus estudos agora, para satisfazer uma necessidade prática de conhecimento que vai me ajudar no trabalho ou... relaxo um pouco mais? Será que já não relaxei demais? Será que não tô perdendo tempo?
Uma pessoinha muuuuuuuito querida me aturou na sexta-feira, ouviu lamurias de uma pessoa que nem deveria ter lamúrias pela pouca idade que tem. Na verdade não tenho reclamações a fazer, só dúvidas, dificuldades p/ enfrentar. E ela me disse que eu deveria não ser tão "responsável", pq sempre sou responsável demais e não aproveito a vida...por medo, por insegurança, por responsabilidade (na teoria em excesso).
Por um lado, me martiriza a ideia de optar por "vagabundear" até o fim do ano, ou por mais um tempo até que eu me ache outra vez, volte para os eixos e consiga andar de novo sem cambalear. Por outro lado, me agrada. Farei coisas que gosto, que me dão prazer, não que me darão futuro necessariamente...
Acreditava de verdade que JULHO seria um marco no momento que vivi. Dali em diante, as coisas seriam mais fáceis, melhores, mais tranquilas... Poucas vezes na vida tive dúvidas sobre o que era certo ou errado e menos ainda me imaginei preferindo o "prazer" ao "dever".
Alguns tentam me ajudar. Outros ainda que sem querer me atrapalham mais (ainda que saiba que tentaram, né Carlinha?!rs)
Com isso td vou precisar de pelo menos mais uns dias... Já viu né?!
sábado, 10 de julho de 2010
Férias!
Ahhh, minhas férias... período com o qual venho ha meses sonhando e desejando mais que tudo!
Agora é aproveitar! Mas... por onde começar?
Aceito sugestões!
Agora é aproveitar! Mas... por onde começar?
Aceito sugestões!
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Lembranças...
Sinto saudades da minha infância!
Sinto falta do tempo que acordar de cara feia era apenas sinal de que a cama andaria agarrada em minhas costas por todo aquele dia; que roubar nas brincadeiras de pique-pega e pique-esconde era justamente parte da brincadeira e que não trapacear, nesse caso, era coisa dos chatos que não sabiam brincar! Malas!
Gosto de lembrar das "peladas" que joguei com meus 7 tios: eu era praticamente a bola de futebol deles! Sempre a "bobinha", a gandula, a técnica que ninguém ouvia... e me diverti tanto assim. Era fácil ser feliz com quase nada naquela época!
Gosto também de recordar minha avó, ouvindo músicas portuguesas na rádio aos sábados à tarde, enquanto fazia "aquela" faxina na cozinha. Ou quando ela me gritava da varanda p/ não brincar de comidinha com as flores do jardim dela. Bons tempos...
Jogar basquete era cortar o fundo de um balde velho, prendê-lo na cerca do sitio e usar uma bola de futebol velha e que não "quicava" como a bola da Hortência! Chique, né?!
Diversão era invadir o sitio do vizinho para roubar mangas... Ah, sim! Porque as mangas do sítio da minha avó não eram tão doces quanto as mangas do sítio vizinho! Ou então ir pra casa da Dona Maria, avó de minha amiguinha Gisa, e brincar de restaurante (cheio, famoso e com muitos empregados e clientes imaginários) com a taioba da plantação dela! Ela ficava furiosa!
Várias outras lembranças aparecem na mente quando penso na minha infância. E acabo julgando que a minha foi a melhor infância que eu podia ter. Não poderia ser mais perfeita, mais doce, mais linda, mais completa... mais feliz!
Fico feliz de ter tido 7 tios=7 pais. Uma mãe fabulosa dentro dos seus mais terríveis defeitos. Namoradas/esposas dos tios e namorados/maridos das tias que também mandaram e desmandaram em mim, mas que sempre me amaram. Sentia isso. Sinto isso ainda hoje, com rarissimas exceções.
Sinto-me privilegiada pelos amigos que tive. De todos os tipos, cores e tamanhos. E grata por ter sido acolhida por seus pais também como filha deles!
Com um familia tão grande, é possível ser triste? Reclamar da vida? Dizer que estou só? Seria inclusive grande injustiça da minha parte. Não me sinto assim.
Gosto de lembrar de tudo que vivi na minha infância... Minha vida, até hoje, tem reflexos do que vivi naquele tempo. Aprendi a dar mais valor a comemoração com os amigos pela promoção recebida, do que ao aumento na conta bancária a cada final de mês. Aprendi que encontrar um sorriso tímido, escondido, é mais gostoso do que tentar desvendar o mistério da tristeza nos outros.
Fazer perguntas? Pra quê? Só elas realmente forem importantes e se não ferirem o espaço alheio!
Tentar entender os problemas? Porque? Se o que você precisa de verdade é encontrar a solução pra eles!
Julgar? Que direito você tem? Vc não sabe pelo que o outro está passando!
Falhar? É humano! Seja responsável e procure não cometer os mesmos erros!
Seja bom: desejar o mal só atrai coisa ruim!
Sorria: não existe antisinais melhor que uma boa gargalhada!
Seja paciente, mas não seja doente! Poucas coisas no mundo não tem cura. E o mau humor não é uma delas!
Ame! Loucamente! Sem pudor! Se você se machucar terá ao menos duas coisas boas: viveu intensamente e terá uma boa história pra contar!
Viva! Amanhã pode nunca chegar! E arrependimento é palavra que não existe no vocabulário de quem foi (ou ainda é) uma criança feliz!
=)
Sinto falta do tempo que acordar de cara feia era apenas sinal de que a cama andaria agarrada em minhas costas por todo aquele dia; que roubar nas brincadeiras de pique-pega e pique-esconde era justamente parte da brincadeira e que não trapacear, nesse caso, era coisa dos chatos que não sabiam brincar! Malas!
Gosto de lembrar das "peladas" que joguei com meus 7 tios: eu era praticamente a bola de futebol deles! Sempre a "bobinha", a gandula, a técnica que ninguém ouvia... e me diverti tanto assim. Era fácil ser feliz com quase nada naquela época!
Gosto também de recordar minha avó, ouvindo músicas portuguesas na rádio aos sábados à tarde, enquanto fazia "aquela" faxina na cozinha. Ou quando ela me gritava da varanda p/ não brincar de comidinha com as flores do jardim dela. Bons tempos...
Jogar basquete era cortar o fundo de um balde velho, prendê-lo na cerca do sitio e usar uma bola de futebol velha e que não "quicava" como a bola da Hortência! Chique, né?!
Diversão era invadir o sitio do vizinho para roubar mangas... Ah, sim! Porque as mangas do sítio da minha avó não eram tão doces quanto as mangas do sítio vizinho! Ou então ir pra casa da Dona Maria, avó de minha amiguinha Gisa, e brincar de restaurante (cheio, famoso e com muitos empregados e clientes imaginários) com a taioba da plantação dela! Ela ficava furiosa!
Várias outras lembranças aparecem na mente quando penso na minha infância. E acabo julgando que a minha foi a melhor infância que eu podia ter. Não poderia ser mais perfeita, mais doce, mais linda, mais completa... mais feliz!
Fico feliz de ter tido 7 tios=7 pais. Uma mãe fabulosa dentro dos seus mais terríveis defeitos. Namoradas/esposas dos tios e namorados/maridos das tias que também mandaram e desmandaram em mim, mas que sempre me amaram. Sentia isso. Sinto isso ainda hoje, com rarissimas exceções.
Sinto-me privilegiada pelos amigos que tive. De todos os tipos, cores e tamanhos. E grata por ter sido acolhida por seus pais também como filha deles!
Com um familia tão grande, é possível ser triste? Reclamar da vida? Dizer que estou só? Seria inclusive grande injustiça da minha parte. Não me sinto assim.
Gosto de lembrar de tudo que vivi na minha infância... Minha vida, até hoje, tem reflexos do que vivi naquele tempo. Aprendi a dar mais valor a comemoração com os amigos pela promoção recebida, do que ao aumento na conta bancária a cada final de mês. Aprendi que encontrar um sorriso tímido, escondido, é mais gostoso do que tentar desvendar o mistério da tristeza nos outros.
Fazer perguntas? Pra quê? Só elas realmente forem importantes e se não ferirem o espaço alheio!
Tentar entender os problemas? Porque? Se o que você precisa de verdade é encontrar a solução pra eles!
Julgar? Que direito você tem? Vc não sabe pelo que o outro está passando!
Falhar? É humano! Seja responsável e procure não cometer os mesmos erros!
Seja bom: desejar o mal só atrai coisa ruim!
Sorria: não existe antisinais melhor que uma boa gargalhada!
Seja paciente, mas não seja doente! Poucas coisas no mundo não tem cura. E o mau humor não é uma delas!
Ame! Loucamente! Sem pudor! Se você se machucar terá ao menos duas coisas boas: viveu intensamente e terá uma boa história pra contar!
Viva! Amanhã pode nunca chegar! E arrependimento é palavra que não existe no vocabulário de quem foi (ou ainda é) uma criança feliz!
=)
terça-feira, 15 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Agora é a hora...
...de pensar, escrever, listar, expressar, mostrar, divulgar, fotografar, registrar, reviver, tocar, chorar, sorrir ou apenas lembrar!
E eu, por incentivo de alguém, sem dúvida, MUITO IMPORTANTE na minha vida, decidi começar por aqui... Obrigada, Katinha!
=)
E eu, por incentivo de alguém, sem dúvida, MUITO IMPORTANTE na minha vida, decidi começar por aqui... Obrigada, Katinha!
=)
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