segunda-feira, 22 de abril de 2013

Cuidado!

A gente sempre diz "Cuidado!" para crianças quando vão brincar, idosos quando vão atravessar ruas e qualquer pessoa que vá a um banco sacar dinheiro. Verdade, não é? E é muito natural que você ouça esta mesma expressão quando é você quem se encontra numa situação dessas de perigo. Mas há um "cuidado" que eu desejo muito. Muitas pessoas o desejam também. Não é o mesmo da exclamação acima. É um ato, não um desejo. É uma demonstração de afeto, não uma regra de etiqueta. Ter cuidado com alguém é um ato de amor, de carinho, de zelo, de cuidado mesmo! É maravilhoso sentir que se tem o poder de cuidar daqueles que amamos e que queremos tão bem. Dá uma sensação de alivio, de leveza. É gostoso a beça! Mas, melhor do que cuidar, so mesmo ser cuidado! Que delícia saber que tem alguém no mundo que quer seu bem tanto quanto ou mais até do que você mesmo. Que é capaz de qualquer coisa para te ver bem. Que não te deixa andar sozinho, por que é perigoso. Que não permite que você vá dormir sem saber que você é importante. Que não fala, age. Que não promete, apenas faz. Que não encena, simplesmente ama! E ama com tanta intensidade e verdade que os olhos dizem tudo. Não são necessários mensagens, textos bonitos, ligações acaloradas, presentes e nem declarações. Basta um olhar. O olhar! Confiança, carinho, cumplicidade, respeito, amor, paixão, serenidade, perdão, reciprocidade, resignação. Tudo está embutido no cuidado. No cuidar. No "eu cuido de você"! Seus pais cuidaram de você e amaram você "como se não houvesse amanhã". Você aprendeu que isso é bom e que deve multiplicar esse sentimento. Até que um dia você descobre que nem todos aprenderam a lição como você. Aí você sente dor. Porque não é cuidado como gostaria, como poderia. E também não sabe não cuidar como poderia, como deveria... talvez devesse... ou não. Sene-se só? Sim. Sente-se angustiado? Sim. Sente-se pouco cuidado?...ah sim... como eu gostaria que cuidassem de mim... O mundo vive a fase do eu sozinho. Não preciso de nada e nem de ninguém. E nem ninguém nem nada precisam de mim. Pronto: trabalho zero, dependencia zero, felicidade zero! Cuidado! Quem cuida? Quem quer ser cuidado? Alguém precisa de alguém? Ou ninguém precisa de ninguém? Não precisa de nada? Eu preciso! Não tenho vergonha de admitir. Preciso de pessoas que me amem e que eu possa amar, preciso ser feliz, preciso viver, preciso fazer feliz, preciso cuidar. Preciso ser cuidada!

sexta-feira, 29 de março de 2013

Voltei!

Depois de muito tempo ausente... estou de volta! =)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Surpresas...

Tem dias que a gente acorda com sede de esclarecer coisas. Hoje é um dia desses!

Mas infelizmente nem sempre o mundo está na mesma sintonia que você e muito menos disposto a esclarecer as coisas com você, não é?! Hoje também é um dia desses...

Será que estou me descobrindo diferente? Impaciente? Intolerante? Amargurada? Carente? Ciumenta e possessiva? Chata? Má companhia? Mal humorada? Pouco flexível? Burra? Cega? Surda? Cabeça dura?

Perguntas estranhas para uma pessoa que sempre prezou pelo bom humor e pelo sorriso. Pela alegria encontrada mesmo nas coisas mais banais...

Sinto-me diferente... ausente do que era antes. Antes de que? Não sei. Não sei de que ponto partiu td isso. Só sei que não quero mais ficar aqui, estagnada na mesmice de todos os dias. Todos os dias em que me sinto pouco valorizada no trabalho, pouco compreendida, pouco cuidada pelas pessoas que amo, sem direito a um pequena parcela de consideração.

CONSIDERAÇÃO! Palavra essa que tem para cada um peso e significado completamente diferentes. Ando me sentindo mal com a pouca consideração das pessoas. Ou será que eu é que não to enxergando a consideração das pessoas por mim? Que peso tem o que eu recebo e que peso tem aquilo que eu espero receber? Acho que a balança anda desequilibrada e eu não to conseguindo ajustar isso...

Nunca gostei de vitimizar ninguem e muito menos a mim. Nunca achei que os meus problemas fossem os maiores ou os piores. Mas pq hj me sinto assim? Tao vítima de tudo o que acontece ao meu redor? Por que sei usar as palavras certas para ajudar as pessoas e não sei ajudar a mim mesma?

Não quero implicar com o namorado da minha mãe. Mas implico!
Não quero brigar com a minha mãe. Mas brigo!
Não quero gostar de quem não devo. Mas eu gosto! E sinto uma falta...
Não quero me sentir tão carente. Mas me sinto!
Não quero ter preguiça de estudar. Mas tenho!
Não quero me aborrecer com o trânsito. Mas me aborreço!
Não quero acordar atrasada todos os dias. Mas acordo!
Não quero ser ríspida com as pessoas. Mas nem sempre consigo evitar...

Que tristeza que me dá me surpreender comigo mesma. Concluir que já não me conheço mais me pega pelo pé! Fico sem chão, sem rumo, sem razão! Viajo na minha imaginação e no filme que insiste em passar e repassar na minha cabeça!

Uma coisa não mudou: não tenho medo de perguntar o que fazer. Sendo assim... O quê que eu faço?????

domingo, 21 de novembro de 2010

Un Regalo Que Te Dio La Vida - Il Divo

Si ella te hace falta como el agua,
Si es tu mayor necesidad.
Si por su amor eres feliz,
Y el mundo es gris cuando no está.
Si no concibes vivir sin verla,
Sin dudar es la mujer que tu soñabas.

Si ella te quiere
Y es el amor de tu vida,
Entrégale todo ámala sin medida.
Demuéstrale a diario
Que es ella tu reina
Tu consentida.
Que conocerla fue un milagro,
Un regalo que te dio la vida.

Si para ti no hay otra,
Debes cuidarla
Evitar hacerla llorar.
Si te comprende y es tu guarida,
Hazla tu amiga de verdad.
Y será tuya hasta la muerte,
Ya verás que no se va y no traiciona.

Si ella te quiere
Y es el amor de tu vida,
Entrégale todo y ámala sin medida.
Demuéstrale a diario
Que es ella tu reina
Tu consentida.
Que conocerla fue un milagro,
Un regalo que te dio la vida

Haz que se sienta mujer,
Para dar conquístale la piel
Entrégale tu ser.
Y ella será tu mujer cada despertar
Si no concibes vivir sin verla,
Sin dudar...

Si ella te quiere
Y es el amor de tu vida,
Entrégale todo ámala sin medida.
Demuéstrale a diario
Que es ella tu reina
Tu consentida.
Que conocerla fue un milagro,
Un regalo que te dio la vida.

Que conocerla fue un milagro,
Un regalo que te dio la vida.
Cada coisa que permtimos que façam conosco, revela o tamanho da nossa imaturidade...

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

E agora?

Antes de entrar de férias, no mês passado, ouvi de algumas pessoas e até de mim mesmo que esse período (as férias) seriam o ponto chave para que eu recomeçasse e desse gás a muita coisa que viria pela frente.

Passaram-se os meses: março, abril, maio, junho... E julho finalmente chegou! Cheia de expectativas arrumei minhas malas rumo a Campo Grande - o bairro, não a cidade do Mato Grosso do Sul - e pensei: Vou descansar! E depois de muito descansar vou voltar renovada, cheia de projetos!

Agosto chegou e com ele o retorno à rotina do trabalho e as obrigações com os projetos a serem postos em prática. O trabalho não me incomoda, mas os projetos...

Achei que voltaria das minhas férias cheia de disposição para a aula de inglês, o cursinho para concurso, as viagens de Ano Novo e Carnaval. Mas nada disso está... "vindo", sabe? Aquela vontade incessante de fazer algo novo, aprender, melhorar o que já foi aprendido, fazer planos... Não "tô" conseguindo! E me sinto culpada por isso!

Minha mãe, desde o início, me disse que precisava relaxar e deixar tudo isso para o ano que vem. Mas cadê a coragem de assumir isso? Cadê a coragem de deixar que 8 meses se passem sem que eu faça absolutamente nada?

Tenho mil motivos para voltar a estudar inglês agora, ontem, anteontem se fosse possível. Mas não quero, não tô a fim...

E aí? Faço o quê? Me forço a retomar meus estudos agora, para satisfazer uma necessidade prática de conhecimento que vai me ajudar no trabalho ou... relaxo um pouco mais? Será que já não relaxei demais? Será que não tô perdendo tempo?

Uma pessoinha muuuuuuuito querida me aturou na sexta-feira, ouviu lamurias de uma pessoa que nem deveria ter lamúrias pela pouca idade que tem. Na verdade não tenho reclamações a fazer, só dúvidas, dificuldades p/ enfrentar. E ela me disse que eu deveria não ser tão "responsável", pq sempre sou responsável demais e não aproveito a vida...por medo, por insegurança, por responsabilidade (na teoria em excesso).

Por um lado, me martiriza a ideia de optar por "vagabundear" até o fim do ano, ou por mais um tempo até que eu me ache outra vez, volte para os eixos e consiga andar de novo sem cambalear. Por outro lado, me agrada. Farei coisas que gosto, que me dão prazer, não que me darão futuro necessariamente...

Acreditava de verdade que JULHO seria um marco no momento que vivi. Dali em diante, as coisas seriam mais fáceis, melhores, mais tranquilas... Poucas vezes na vida tive dúvidas sobre o que era certo ou errado e menos ainda me imaginei preferindo o "prazer" ao "dever".

Alguns tentam me ajudar. Outros ainda que sem querer me atrapalham mais (ainda que saiba que tentaram, né Carlinha?!rs)

Com isso td vou precisar de pelo menos mais uns dias... Já viu né?!

sábado, 10 de julho de 2010

Férias!

Ahhh, minhas férias... período com o qual venho ha meses sonhando e desejando mais que tudo!

Agora é aproveitar! Mas... por onde começar?

Aceito sugestões!